sexta-feira, 22 de abril de 2011

quem é o pai da internet?

Ted NeNelson

Ted Nelson é "o pai do hipertexto", um conceito que criou em 1963 e que está na base da World Wide Web de hoje. Consideram-no visionário (um dos mais estimulantes do planeta), inventor (um dos mais inovadores) e é reconhecido como um dos pais da World Wide Web. Hoje relata até com tristeza as suas opiniões sobre a direção que a web tomou.

Tim Berners-Lee

O pai da Internet é o inglês Sir Timothy John Berners-Lee, vulgo Tim Berners-Lee. Inicialmente, a Internet foi criada por ele como uma rede para que cientistas do CERN - um centro europeu de pesquisas avançadas, um dos mais conceituados do mundo - pudessem compartilhar facilmente suas descobertas através dos computadores.


Agora vamos aos fatos e evidências...


Ted Nelson, é o Pai do Hipertexto

Nascido em 1937 nos EUA, estudou filosofia, fez um mestrado em sociologia em Harvard e o doutoramento no Japão, na Universidade Keio, sobre Filosofia do hipertexto, mas confessa que sempre teve dificuldade para se identificar profissionalmente. A classificação mais próxima do seu coração é a que foi usada pela ministra da Cultura francesa Catherine Tasca, quando o condecorou com a Legião de Honra, em Março de 2001: "um filósofo e um poeta." Ele prefere que o considerem um "humanista de sistemas".

Ted Nelson acha que a Web é uma tristeza. Porquê? Porque o hipertexto que ele pensou não é o que temos, «composto por estes miseráveis links de sentido único que existem no HTML, que existem nesta triste Web: os seus links - que, conforme as funções, ele chama "transclusões" ou "flinks" ou "clinks" - permitem ligações de dois sentidos, para saber que links existem para o documento que eu estou a ler; permitem fazer links de uma palavra para "n" sítios diferentes e muitas mais habilidades.

Para Ted Nelson, as imagens ou os vídeos têm a dimensão que queremos quando os vemos (as fotos têm um "tamanho" no papel, mas os computadores não são papel e não precisam de ter essa limitação); e pode-se usar todo o material que se quiser, mesmo que esteja protegido por copyright, porque, quando usamos um pedaço de um texto com direitos, fazemos um micropagamento (outro conceito de Nelson) ao seu autor sem necessidade de negociação prévia. É a total liberdade de criação e a justa compensação aos criadores. É um mundo onde nada se perde, onde tudo está ligado a tudo, onde a citação é sempre possível e sempre atribuída e onde a colagem e a recombinação são ubíquos.

Os seus desejos para os computadores são simples: Nelson não acha aceitável que seja preciso um programa para abrir um texto e outro para ver um filme. Ou que não se possa escrever nas margens do livro que se está a ler no ecrã. Ou que as versões não coexistam todas. Ou que um ficheiro possa ter metadados mas uma parte de um ficheiro não.

Tim Berners-Lee, é o Pai da Worl Wide Web

Claro que se formos buscar as definições nas suas formas terminais nos depararemos com o inglês Sir Timothy John Berners-Lee, vulgo Tim Berners-Lee. Inicialmente, a Internet foi criada por ele como uma rede para que cientistas do CERN - um centro europeu de pesquisas avançadas, um dos mais conceituados do mundo - pudessem compartilhar facilmente suas descobertas através dos computadores.

Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.

Sua história e carreira é bem interessante, mas quase nada poderia fazer em 1989, quando criou a web, que é a plataforma gráfica e interativa que popularizou a internet fora dos meios acadêmicos e de pesquisa, se Ted Nelson não tivesse antes elementarmente criado o conceito do hipertexto em 1963 e que a base da World Wide Web até hoje.

Apesar de muitos afirmarem Tim Berners-Lee é o pai da WWW, sigla da grande rede de computadores, a World Wide Web, acho mesmo seu crédito está mais na organização consequente à criação do hipertexo de Ted nelson, que considero o verdadeiro criador e precursor de toda a base da Internet.

A internet é formada, basicamente, pela ligação entre computadores, via cabo. Mas os recursos que conferem "inteligência" à rede são aqueles que permitem a interação entre os milhões de páginas que abrigam textos, imagens e sons. Esse mundo virtual regido pela conectividade é chamado de web. É nele que os internautas navegam pelos sites com apenas um toque no mouse – sem que ninguém precise decorar códigos complexos ou números extensos.

O mérito pela criação desse espaço realmente merece ser do físico inglês Tim Berners-Lee. Foi ele quem inventou a World Wide Web, a "teia do tamanho do mundo", conhecida pela sigla www. O homem, enfim, é um dos pais da web. Mas não quis patentear o invento. "Ela é uma criação social, e não um brinquedinho", escreveu Berners-Lee, no fim dos anos 90. Hoje, o físico garante que não se arrepende da decisão, que poderia tê-lo tornado biliardário.

Atualmente, ele se dedica a aprimorar ainda mais os recursos da rede e está à frente do projeto da "web semântica".

Berners-Lee acredita que essa nova versão aumentará consideravelmente as possibilidades da internet, pois torna possível o cruzamento de dados que hoje ficam confinados em programas diferentes.

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